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Escola de Jerusálem

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Visão da Cultura

sexta-feira, outubro 16, 2009

Obrigado a todos nos! GreenPeace

Obrigado a Todos Nós


Daremos graças e amor, e sempre que pudermos iremos em pequenas ações realizarmos grandes feitos esta é a missão.
O blog Rastafari Time, agradece, muito o greenpeace pela dedicacação de nos fornecer um Banner, em Agosto/09 e por nos Parabenizar em sua pagina de agradecimentos

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Rastafari I vivo

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quarta-feira, outubro 07, 2009

O Livro de Melquisedeque Parte I

A História de um vaso
"Em nome do mais altissimo Jah, Senhor dos Senhores, venho postar para melhores estudos e compreenção de eu e eu na doutrina da vida correta e pura.
Jah sempre estara presente em nossas vidas, a cada dia a cada respiração, mostre-se um bom servo e louve o Senhor dos Senhores único campeão, Senhor cheio de amor e temivel Jah rastafari I"

Parte I

A História de um Vaso
Capitulo I

Estava descansando sob a sombra do Carvalho de Mambré junto à minha tenda, quando vi chegar apressadamente um dos
servos de meu sobrinho Ló. Quase sem fôlego, ele passou a relatar-me sobre a tragédia: Houvera no dia anterior uma
batalha entre as cidades da planície, envolvendo quatro reis contra cinco. Como resultado, Sodoma fora derrotada e
muitos de seus habitantes levados cativos, entre eles o meu sobrinho Ló. A notícia deixou-me muito aflito, pois
ao mesmo tempo em que sentia que precisaria sair em seu socorro, via-me fragilizado, sem nenhuma condição.
Sempre fui um homem pacifico e detesto aqueles que derramam sangue. Tenho muitos servos, mas poucos sabem manejar
espadas e lanças, pois desde à infância são treinados como pastores. Em lugar de espadas e lanças,
eles manejam bordões com os quais conduzem os rebanhos; Em lugar de escudos, eles carregam vasos em suas cinturas,
sempre cheios de água fresca, para matarem sua sede e refrigerarem as ovelhas aflitas; Em lugar de vinho para se
embebedarem, carregam presos em seus cintos pequenas botijas com o azeite das oliveiras, com os quais untam as feridas
do rebanho; Em lugar de ressonantes trombetas, eles sopram pequenos chifres, com os quais convocam o rebanho para o curral
Imaginando como seria um combate entre os meus servos e os exércitos daqueles cinco reis vitoriosos, comecei a rir.
Enquanto gargalhava, a voz dAquele que sempre me guia, soou aos meus ouvidos, dizendo:
- Abraão, Abraão! Não menospreze os instrumentos dos pastores, pois santificados pelo fogo do sacrifício,
haverão de conquistar o grande livramento.
O Eterno passou a dar-me ordens, fazendo-me avançar pela fé, sem saber como tal livramento haveria de realizar-se.
O primeiro passo foi a convocação de todos os pastores que, deixando seus rebanhos, dirigiram-se ao Carvalho de Mambré,
trazendo seus instrumentos pastoris. Eram ao todo 600 pastores.
Ordenei que esvaziassem os jarros, colocando neles o azeite da botija.
Depois de cumprirem esta ordem, pedi que tomassem cada um a lã de uma ovelha, misturando-a com o azeito dos jarros.
Depois destas coisas, Yahwéh mandou-me tomar um grande vaso de barro, enchendo-o até a metade com o azeite das oliveiras
Ao concluir esta tarefa, o Senhor mandou-me fazer um longo pavio de lã, enfiando a metade dentro do azeite e deixando
a outra parte presa acima do vaso.
Depois destas coisas, Yahwéh ordenou-me acender o pavio, com o fogo do altar. Ao aproximar-me do fogo sagrado que
ainda ardia sobre o sacrifício da manhã, uma pequena fagulha saltou para o pavio, e pouco a pouco foi-se alimentando
do azeite, até tornar-se numa labareda que podia ser vista de longe.

A História de um Vaso

Capitulo II

Com o vaso nos ombros, comecei uma caminhada rumo às cidades da planície, sendo acompanhado pelos pastores.
Logo começaram a surgir escarnecedores que, ao verem-me com aquele vaso incandescente em pleno dia,
e passaram a dizer que eu ficara louco. Ao espalhar esta notícia, muitos vieram ao meu encontro, trazendo conselhos
para que eu abandonasse aquele vaso que seria capaz de destruir toda a minha reputação e dignidade diante de todos eles.
Quando eu lhes falei sobre os exércitos e sobre minha missão juntamente com os pastores, eles concluíram que de fato
eu ficara louco. Tentaram tirar-me o vaso pela força, mas agarrando-me a ele, impedi que o tirassem de mim.
Envergonhados diante de tudo isto, muitos pastores começaram a se afastar: alguns retornaram para suas tendas enquanto
outros uniram-se àqueles que riam de meu comportamento estranho.
Sentindo-me sozinho com aquele pesado vaso sobre os ombros, comecei a angustiar-me. Ansiava encontrar alguém com quem
pudesse compartilhar minha experiência, mas todos lançavam-me olhares de reprovação.
Lembrei-me de Sara, minha amada esposa; Em obediência a Voz de Yahwéh havíamos trilhado por muitos caminhos,
estando Sara sempre ao meu lado, animando-me a prosseguir mesmo nos momentos mais difíceis.Com certeza Sara me
traria consolo e forças para continuar firme, conduzindo o vaso da salvação.
Enquanto avançava pelo caminho pensando em Sara, a vi no meio da multidão. Ao dirigir-me a ela, fiquei surpreso e
desalentado ao ver em seus olhos o mesmo menosprezo daqueles que me chamavam de louco por conduzir em pleno dia
chama que se desprendera do altar.
Lembrando-me da ordem de Yahwéh de que teria de libertar meu sobrinho Ló, fui andando sozinho pelo caminho;
Ao colocar-me no lugar daqueles que me achavam louco, eu dava-lhes razão, pois em condições normais, nenhuma
pessoa coerente sai de casa, sem rumo definido, levando em pleno dia um vaso com uma labareda nas costas, afirmando estar
marchando contra o exércitos de cinco reis, para libertar um parente. Realmente da a entender que se trata da
manifestação de uma grande loucura. Mesmo assim, a despeito de todas as humilhações e palavras que falavam contra mim,
eu avançava rumo ao vale desconhecido.
Toda aquela zombaria foi finalmente diminuindo, à medida em que eu me distanciava do Carvalho de Mambré.
Começaram a sobrevir ao meu coração muitas dúvidas quanto ao meu futuro. Ficava às vezes aflito com o pensamento
de toda a minha experiência, desde a convocação dos pastores até aquele momento, poderia ser, de fato, demonstrações
de uma loucura.
Cheio de dúvidas, comecei a pensar na possibilidade abandonar à beira do caminho o vaso, retornando para junto do altar.
Esses eram os conselhos alguns pastores e amigos que, condoídos de minha solidão, ainda vinham ao meu encontro,
aconselhando-me a retornar; Ali, diziam, eu poderia conquistar novamente a confiança dos pastores, voltando a ser,
quem sabe, até mesmo um sacerdote honrado como outrora. Sobre o altar, diziam, havia um fogo muito maior que aquele
que eu carregava nos ombros.
Estava a ponto de retornar, quando Sara veio ao meu encontro, contando-me sobre o desprezo que muitos pastores lançavam
contra mim; Ela estava consternada, pois toda aquela desonra, recaía também sobre ela, ao ponto de não sentir mais desejo
de permanecer junto daquele altar.
Depois de alertar-me, Sara passou a falar-me de um plano: Poderíamos, quem sabe, nos mudar para uma cidade distante,
onde esqueceríamos todo aquele vexame.
Esquecendo-me da voz que mandara-me seguir rumo à planície, respondi para minha esposa que eu estaria disposto a
acompanhá-la para qualquer lugar, se ela permitisse que eu levasse o vaso. Ele seria o nosso altar, aquecendo e
iluminando nossas noites com sua chama.
Ao ouvir sobre o vaso, Sara voltou a irar-se, afirmando não entender minha teimosia em continuar levando sobre os ombros
aquele símbolo de vergonha e desprezo. Depois dizer-me tais palavras, voltou-me as costas, retornando para a tenda.

A História de um Vaso


Capitulo III

Angustiado em não poder realizar o sonho de Sara, prossegui rumo ao futuro incerto, sendo orientado unicamente pela chama,
cujo brilho aumentava à medida em que as trevas adensavam-se. Comecei então a meditar sobre aquela chama que acompanhava-me
com seu brilho e calor.
Eu estava acostumado a ver o Fogo Sagrado entronizado sobre um grande o altar de pedras, em meio aos louvores de muitos
pastores, dentre os quais eu me destacava como mestre e sacerdote. Naqueles momentos de adoração, eu me vestia com os
melhores mantos, e fazia questão de realizar o sacrifício, somente quando todos os meus servos estivessem reunidos ao
meu redor, para que ouvissem meus conselhos e advertências. Na hora do sacrifício, eu erguia para o céu minha espada
desembainhada, e, com palavras amedrontadoras, proclamava a grandeza do Senhor dos Exércitos, o Deus Todo Poderoso que
domina sobre os Céus e a Terra. Vibrando a espada no ar num movimento ameaçador, eu representava diante de meus pastores,
a imagem de um Deus severo, que está sempre pronto a revidar qualquer afronta. Depois dessa demonstração de soberania e
poder, eu pegava uma ovelha das mãos de um pastor, e a amarrava sobre o altar. Para que ficasse bem patente a ira divina,
eu pisava sobre o seu pescoço, golpeando-a severamente, até vê-la perecer. Naquele momento eu descia do altar,
e ficava esperando pelo Fogo Sagrado que jamais deixou de manifestar-se sobre o sacrifício.
Eu aprendera desde a infância a reverenciar o Fogo Sagrado, crendo ser ele uma revelação visível de Yahwéh, o Grande Deus Invisível. Até então, eu o vira como um Fogo Único e Indivizível. Agora, ao transportar em humilde jarro a chama que se desprendera do Altar, meus pensamentos agitavam-se com o surgimento de um novo conceito sobre o Criador: o conceito de um Deus Sofredor que é capaz de despreender-se do Grande Yahwéh, representado pelo Fogo Sagrado, para acompanhar o pecador em sua jornada.
Arrependido, prostrei-me diante do vaso e chorei amargamente. Tinha agora consciência de que todo o zelo demonstrado junto ao Altar, tinha por finalidade a exaltação de meu orgulho, e não do amor daquele que me acompanhava pelo caminho.
Subitamente, gravou-se-me na mente a convicção de que aquela pequena chama que se desprendera do Fogo Sagrado, era uma representação do Messias, que Se desprenderia do Grande Yahwéh, para ser o Deus Conosco, companheiro em todas as nossas jornadas. Ao sobrevir-me esta convicção, a chama alegrou-se, tornando-se mais brilhante e calorosa.
Com o coração transformado, prossegui pelo caminho rumo ao vale, levando nos ombros o jarro que trouxera-me depois de tanto desprezo, a alegria de uma nova revelação sobre o caráter do Criador.
Momentos difíceis começaram a surgir em minha caminhada, quando ventos frios vindos do mar salgado começaram a arremeter-se contra a pequena chama, procurando apagá-la. Eu a amparava com o meu corpo, andando muitas vezes de lado e mesmo de costas, mas sempre avançando rumo ao vale.
Ao romper a luz do dia, achei-me a um passo da planície. Comecei a encontrar pelo caminho muitos rebanhos que eram conduzidos por rudes pastores. À medida em que avançava entre eles, surgiam tumultos e confusões, pois muitas ovelhas e cabras assustavam-se com o meu vaso ardente, debandando-se por todas as partes. Isto fez com que a maioria dos pastores ficassem irritados contra minha presença em seu meio.
Sabendo que não poderia ficar retido naquele vale, prossegui em frente rumo à Sodoma. Enquanto avançava, começou a acontecer algo interessante: muitas ovelhas, meigas e submissas, começaram a acompanhar-me. Eram poucas a princípio, mas pouco a pouco seu número foi aumentando, até que passei a andar com dificuldade, devido ao grande número de ovelhas que me seguiam. Ao longe eu podia ver os pastores, enfurecidos, pela perda de suas ovelhas mais bonitas.
Ao chegar à Cidade de Sodoma, a encontrei vazia e devastada. Seguindo os rastos deixados pelos exércitos e pela multidão de cativos, fui aproximando-me cada vez mais do alvo de minha missão. Ao chegar à campina de Dã, pude avistar ao longe o grande acampamento dos soldados, ao pé de um outeiro. Sem pressa, encaminhei-me para lá, conduzindo o meu novo rebanho.
Do alto do monte, pude observar o acampamento em toda a sua extensão. Havia milhares de soldados comemorando sua vitória; Enquanto isso, centenas de cativos jaziam amontoados no meio do arraial, humilhados e sem esperança. Diante desse quadro, fiquei imaginando como poderia se dar o livramento.
Minha presença despertou a curiosidade de alguns soldados que, ao ver-me com o vaso fumegante, aproximaram-se e começaram a debochar. Quando perguntaram-me sobre o motivo de minha presença naquele lugar, eu disse-lhes que viera libertar meu sobrinho Ló. Minhas palavras tornaram-se motivo de muitos gracejos em todo o acampamento; Depois disso, passaram a escarnecer de Ló.
Em pouco tempo, toda aquela zombaria transformou-se em gritos de vingança, e proclamaram que, na manhã seguinte, todos os cativos seriam exterminados, começando pelo meu sobrinho.

A História de um Vaso

Capitulo IV

Enquanto tentava imaginar o que Yahwéh poderia fazer para alcançar tão miraculoso livramento, vi surgir ao longe o vulto de pastores que se encaminhavam em minha direção, vindos de Sodoma. Pensei à princípio que fossem os pastores inimigos que vinham arrancar-me o rebanho conquistado com amor. Tal receio logo desapareceu, dando lugar a um sentimento de muita alegria, quando descobri que eram meus pastores fiéis. Ele foram se aproximando em pequenos grupos de doze, até alcançar o total de 300 pastores. Ao olhar para eles, pude notar em seus semblantes os sinais de uma grande luta espiritual que tiveram de enfrentar, para estarem do meu lado. Contaram-me da experiência de muitos companheiros que, desanimados, haviam lançado fora o azeite e a lã de seus vasos, retornando para as suas tendas. Falaram-me de como, naquela noite passada, haviam aprendido a amar a luz de meu vaso, que para eles tornara-se como uma estrela guia.
Alegrava-me com a presença de meus humildes pastores, quando vieram em nossa direção Aner, Escol e Manre, acompanhados por 15 homens armados; Eram fiéis amigos que, conhecendo os perigos que enfrentaríamos naquele vale, vieram em nosso socorro. Para que não atrapalhassem o plano divino, pedi-lhes que permanecessem escondidos até o alvorecer, quando receberiam orientações sobre como participar da missão.
Comecei a orientar os pastores, seguindo as instruções da Voz Divina que soava-me de dentro da chama: A primeira tarefa dos pastores, seria cuidar do rebanho até o anoitecer.
Ao retornarem, ordenei que amarrassem os novelos de lã embebidos em azeite, na ponta de seus bordões, colocando-os dentro dos vasos que, deveriam ser mantidos suspensos, de boca para baixo.
Passei a incendiá-los com o fogo de minha labareda, até que as trezentas tochas ficaram ardendo, porém, ocultas, no interior daqueles vasos.
Ordenei à quarenta de meus corajosos pastores que, no momento indicado por um sinal que seria dado, deveriam avançar silentes para o meio do acampamento, circundando todos os cativos que jaziam amontoados no meio do arraial. Ao mesmo tempo, os 260 pastores restantes, deveriam circundar todo o acampamento, aguardando pelo sinal de quebrarem os vasos com os chifres.
Orientado pela Voz da Chama, indiquei-lhes os sinais: Quando a última tocha se apagasse no acampamento, deveriam ficar atentos, pois uma pequena lamparina seria acesa por um dos cativos. Assim que a lamparina começasse a arder, deveriam correr cada um para o seu lugar, evitando qualquer ruído, para que não fossem notados.
O sinal para quebrarem os vasos com os chifres, erguendo bem alto a tocha, era o apagar da lamparina.
Depois dessas orientações, os 260 pastores, ocultos pelas sombras da noite, se espalharam pelo vale, e ficaram esperando pelo momento de se posicionarem ao redor do acampamento; Enquanto isso, os 40 se posicionaram próximos à uma passagem mais vulnerável, através da qual haveriam de alcançar os cativos.
Já era alta noite quando a tocha do último soldado apagou-se, sobrevindo completa escuridão e silêncio sobre o arraial.
Entre os cativos, havia um homem naquela noite, que vivia a maior angústia de sua vida. Era o meu sobrinho que, depois de tornar-se alvo de tantos abusos e humilhações, tomara conhecimento do castigo que os aguardava pelo alvorecer.
Naquela noite, Ló tinha seus pensamentos voltados para o seu tio; Lembrava-se com arrependimento do momento em que me deixara junto ao Carvalho de Mambré, mudando-se para as campinas de Sodoma. Em seu desespero, sentiu desejo de rever minha face e pedir-me perdão por ter-se afastado de mim. Justamente naquele momento, Ló foi atraído pelo brilho de uma tocha que ardia sobre o outeiro. Ao fitar o brilho, imaginou estar tendo uma visão, pois o mesmo revelava-lhe a face de seu querido tio.
Querendo mostrar-me o seu rosto, Ló apalpou em meio às trevas, até encontrar uma pequena lamparina que trouxera em seu alforje. Frustrado, percebeu que não havia nela nenhum azeite. Concluiu que aquela lâmpada apagada e seca, era um símbolo de sua vida vazia e sem fé.
Sem desviar os olhos de meu rosto iluminado pela chama do vaso, num desesperado gesto de fé, Ló apalpou o pavio de sua lamparina, descobrindo haver nele um restinho de azeite. Curvando-se, passou a ferir as pedras do fogo, até que uma faísca saltou para o pavio. Sem que soubesse, Ló estava comandando com seus gestos, os passos para um grande livramento.
Os trezentos pastores ao verem o tênue brilho da lamparina, encaminharam-se rapidamente para os seus postos, e, ficaram aguardando pelo apagar da pequena chama.
Desde o momento em que Ló erguera-se com sua diminuta chama, eu fiquei olhando para os seus olhos que fitavam os meus. Vi que sua face trazia sinais de indizível angústia e maus tratos. Mesmo assim, pude ler em seus olhos azuis, que a esperança e a fé ainda não o abandonara.
O foguinho da lamparina de Ló, contudo, não resistiria por muito tempo. Era necessário que se apagasse, para sinalizar a grande vitória.
Quando a escuridão voltou a cobrir a face de Ló, meus trezentos pastores arremeteram seus chifres contra os vasos que mantinham ocultas as tochas ardendo. Um grande ruído, como de cavalaria em combate ecoou por todas as partes, enquanto as tochas eram suspensas. Os trezentos chifres usados até então para conduzir o rebanho, soavam agora como trombetas de conquistadores.
Todo o acampamento despertou-se num único salto, e, sem saber como escapar de tão terrível investida que partia de fora e de dentro, os soldados começaram a lutar entre si, enquanto meus pastores permaneciam em seus lugares, fazendo soar os chifres.
Os cativos, ficaram muito espantados à princípio, mas pouco a pouco foram tomando consciência do grande livramento que estava se operando em seu favor.
Quando amanheceu, revelou-se aos nossos olhos um cenário de completa destruição; Todo o arraial estava coberto por milhares de corpos rasgados pelas próprias espadas e lanças. Somente uns poucos conseguiram fugir daquele acampamento de morte, mas foram perseguidos pelos meus 18 aliados que estavam armados, sendo alcançados em Hobá, que fica à esquerda de Damasco. Enquanto isso, os cativos, agora libertos, recuperavam todas as riquezas que haviam sido saqueadas pelos inimigos.

A História de um Vaso

Capitulo V

Do cimo do outeiro, enquanto eu vibrava com a alegria dos cativos naquela manhã de liberdade, ouvi a Voz de Yahwéh falando-me do meio da chama:
- Este livramento que hoje se concretiza ,representa o livramento que hei de operar nos últimos dias, salvando os remanescentes de teus filhos, do cerco de numerosas nações que se aliarão a Gog com o propósito de destruí-los. Naquele dia em que triunfarem sobre o meu povo, a minha indignação será mui grande, e contenderei com ele por meio da peste e do sangue; chuva inundante, grandes pedras de saraiva, fogo e enxofre farei cair sobre ele, sobre as suas tropas e sobre os muitos povos que estiverem com ele. Assim, eu me engrandecerei, vindicarei a minha santidade e me darei a conhecer aos olhos de muitas nações; e saberão que eu sou o Senhor. E sobre a casa de Daví e sobre os habitantes de Jerusalém derramarei o Espírito de Graça e de Súplicas; olharão para Mim a quem traspassaram, pranteá-lo-ão como quem pranteia por um unigênito e chorarão por ele comos e chora amargamente pelo primogênito. Naquele dia, haverá uma fonte aberta para a casa de Daví e para os habitantes de Jerusalém, para remover o pecado e a impureza" (Ezequiel 38; Zacarias 12,13).
Consciente da importância histórica daquele dia de livramento, tomei um calendário e, fiquei surpreso, pois era Rosh Hashaná, o dia das trombetas. Aquele era o primeiro dia de um novo ano; Dez dias depois viria o Yom Kipur, o dia da purificação dos pecados; No dia 15, teria lugar a festa de Sukot, a alegre festa das colheitas do outono.
A chama que para mim tornara-se numa representação do Messias Prometido, apagou-se no momento em que desci ao encontro dos pastores e dos muitos cativos agora libertos. Cheios de alegria e de admiração, todos queriam saber como tornara-se possível tão grande livramento, somente com a utilização daquelas tochas e chifres. Falei-lhes então da importância daquele fogo que se desprendera do Altar, para libertá-los naquele vale, identificando-o com o Messias Salvador.
Ao ver que todos carregavam em seus corpos e mantos a sujeira da escravidão, convidei-os a seguirem-me até ao rio Jordão, onde todos poderiam banhar-se, para purificação de seus pecados.
Somente três pessoas atenderam ao convite: Ló e suas duas filhas mais novas. Os demais, retornaram, contaminados para suas casas.
Antes de partir, o rei de Sodoma veio ao meu encontro, prometendo dar-me todas as riquezas recuperadas naquela manhã. Eu recusei sua oferta, para que jamais alguém possa dizer que eu me enriqueci com aquele saque.
Permanecemos acampados às margens do rio Jordão, nas proximidades de Jericó por doze dias. Naqueles dias de refrigério, todos ficaram livres das impurezas, deixando-as nas águas do Jordão. Este era um preparo especial para a festa de Sukot que decidimos comemorar em Salém.
Cheios de alegria, iniciamos uma caminhada ascendente rumo à cidade de Salém, inconscientes da feliz surpresa que nos aguardava. Eu seguia à frente tendo ao meu lado Ló e suas duas filhas, e atrás vinham os 300 pastores, conduzindo o grande rebanho.
À medida que avançávamos, comecei a notar que o meu vaso que se esvaziara no alvorecer, tornara-se muito pesado. Ao baixá-lo, fiquei surpreso ao descobrir dentro dele muitas pérolas de variados tamanhos e brilhos que se formaram misteriosamente.
Ao avistarmos ao longe a alva cidade, começamos a ouvir sons de uma grande festa. Acordes harmoniosos repercutiam pelos montes, enquanto avançávamos pelo caminho.
Minha curiosidade em conhecer aquela cidade e o seu jovem rei era imensa, pois da boca de muitos já ouvira sobre sua grandeza e fama. Tratava-se um reino diferente de todos os demais, onde os súditos eram treinados não no manejo de arcos e flechas, mas no domínio de instrumentos musicais. Melquisedeque, o seu jovem rei, regia a todos com um cetro muito especial : um alaúde, pelo qual pagara um preço elevado.
Enquanto crescia em mim a alegria por estar nos aproximando da Cidade do Grande Rei, vimos uma multidão vestida de linho fino, puro e resplandecente, saindo ao nosso encontro. Todos tangiam instrumentos musicais, enquanto cantavam um hino de vitória. À frente da multidão vinha um jovem tocando um alaúde, trazendo na fronte uma coroa repleta de pedras preciosas, que brilhavam sob a claridade do sol poente. Eu tive a certeza de que aquele era o tão aclamado rei de Salém.
Ao nos encontrarmos, ficamos surpresos com a saudação que nos fizeram; Inclinando-se diante de mim, Melquisedeque afirmou:
- Bendito és tu Abraão, servo do Deus Altíssimo, que possui os Céus e a Terra; e bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus adversários nas tuas mãos".



História de um Vaso

Capitulo VI

Surpresos pela festiva recepção, fomos introduzidos na cidade, onde a beleza das mansões e jardins nos causou muita admiração. Tudo ali era puro e cheio de paz.
Fomos recebidos no palácio real, edificado sobre o monte Sião. Ali, uma nova surpresa nos aguardava:
A grande sala do trono, estava toda adornada com representações de nossa vitória sobre os inimigos. Havia no meio da sala uma mesa muito comprida, coberta por toalhas de linho fino adornadas com fios de ouro e pedras preciosas. Sobre a mesa havia 304 coroas, cada uma trazendo a inscrição do nome de um vencedor. Num gesto que novamente nos surpreendeu, Melquisedeque, tomando as coroas, começou a colocá-las na cabeça de cada um de nós, começando por Ló e suas filhas. Estávamos todos admirados pelo fato do rei de Salém conhecer-nos individualmente, e por ter preparado aquelas coroas muito antes de sermos vencedores.
Eu observava a alegria de meus companheiros coroados, quando, tomando uma coroa semelhante à sua, o rei de Salém dirigiu-se a mim com um sorriso. Ao levantá-la sobre minha cabeça, notei algo que até então não havia percebido: Suas mãos traziam cicatrizes de profundos ferimentos. Vencido por um sentimento de gratidão, prostrei-me aos seus pés e, comovido, beijei suas bondosas mãos, banhando-as com minhas lágrimas.
Ao levantar-me, perguntei-lhe o significado daquelas cicatrizes. Com um meigo sorriso, ele prometeu que iria contar-me toda a história daquele próspero reino, e do quanto lhe custou a sua paz.
Depois de coroar-nos, Melquisedeque nos fez assentar ao redor da grande mesa, e passou a servir-nos pão e vinho; A partir daquele momento, passamos a honrá-lo como Sacerdote do Deus Altíssimo.
Num gesto de gratidão, tomei o vaso repleto de pérolas, e o coloquei aos pés do rei. Tomando-o nos braços, ele passou a acariciá-lo, sem atentar para o brilho das pérolas. Expressando-me a gratidão por aquela oferta, disse-me que aceitaria o vaso e, das pérolas, somente aceitaria o dízimo.
Imediatamente passei a contar as jóias, separando as mais belas para o rei. Haviam um total de 1.440 pérolas, das quais lhe entreguei 144. Ele as guardou cuidadosamente em uma caixinha feita de ouro puro, em cuja tampa havia lindos adornos marchetados de pequenas pedras preciosas.
Depois de receber o dízimo que simbolizava o grande livramento operado por Yahwéh na planície, Melquisedeque chamou para junto de si um de seus súditos que era mestre em adornos e pinturas, ordenando-lhe a honrar o vaso com uma linda gravura que retratasse o momento em que eu o ofertei.
Enquanto o jarro era pintado, Melquisedeque passou a contar-me a história de seu reino, desde sua fundação até aquele momento em que estávamos comemorando a grande vitória sobre os inimigos.
Ao devolver-me o vaso, agora honrado pela mais bela gravura e inscrições que exaltavam a justiça, a humildade e o amor, o rei de Salém ordenou-me a levar comigo o vaso com aquelas pérolas. Durante seis anos eu e meus pastores deveríamos contar para todos a história daquele vaso que fora vitorioso por causa da chama do altar. A todos aqueles que, com arrependimento, aceitassem a salvação representada por sua história, deveríamos oferecer uma pérola. Ao fim dos seis anos, as pérolas acabariam; Já não haveria oportunidade de salvação. Sobreviria então o sétimo ano, no qual haveria um tempo de grande angústia e destruição, quando somente haveria proteção para aqueles que possuíssem as pérolas. Por essa ocasião, as cidades da planície seriam totalmente destruídas pelo fogo do juízo, e os demais povos impenitentes, seriam dizimados por grandes pragas.
A História de um Vaso

Capitulo VII

Sobre o triunfo que acabávamos de obter sobre numerosos exércitos, Melquisedeque, depois de repetir-me as palavras ditas pelo Messias, deixou um sinal que seria importante para aqueles que vivessem por ocasião do grande livramento de Israel. Afirmou que, multiplicando as 144 pérolas do dízimo pelo número de colunas de seu palácio, encontraria o ano que traria em sua consumação o grande livramento de Israel. Movido pela curiosidade, comecei imediatamente a contar as colunas; Eram 40 colunas de mármore, adornadas com pedras preciosas.
Ao retornar ao rei com o resultado dos cálculos, ele passou a fazer predições sobre os grandes acontecimentos que teriam lugar ao fim daquele ano:
- Ao chegar a plenitude dos tempos, todos os esforços humanos em busca da paz se frustrarão. Naquele tempo, numerosos nações se aliarão contra o reino de Salém; Haverá uma batalha como nunca houve, e toda a terra será castigada pelo fogo; Depois de esgotarem todos os recursos em sua defesa, Israel verá, com desespero, incontáveis inimigos marchando contra eles, com o propósito de eliminá-los. Como Ló em sua noite de angustia, eles verão morrer sua esperança, quando, em Rosh Hashanah, ouvir-se-á em meio às ruínas de Salém, os acordes harmoniosos de um alaúde, tocado por um beduíno da tribo de Taamireh; Sua música fará renascer a fé e a esperança em um mundo melhor, onde nação não se levantará contra nação; onde as lágrimas, a dor e a morte não mais existirão.
Depois de consolar os aflitos com os acordes de seu alaúde, o beduíno tomará o vaso com os pergaminhos da Tumba de Davi, e o levará sobre os ombros. Naquele dia, estarão os seus pés sobre o Monte das Oliveiras, e, ao clamar pelo livramento de Israel, haverá um forte terremoto que rachará o monte pela metade, surgindo do oriente para o ocidente um enorme vale. Naquele dia, toda a terra de Israel será fortemente sacudida, sobrevindo total destruição para todos os exércitos inimigos; Haverá, contudo, salvação para todos aqueles que, com arrependimento, refugiarem-se sob as asas do Eterno, lançando para longe de si os instrumentos de violência.
Toda a humanidade testemunhará, com espanto, as cenas de livramento dos filhos de Israel. Naquele dia, muitos povos e poderosas nações se posicionarão ao lado de Yahwéh dos Exércitos; Multidões se aproximarão dos judeus da diáspora, dizendo: Nós iremos convosco, porque sabemos que o Eterno está do vosso lado.
O Yom Kipur que seguirá ao livramento, será um dia de purificação das impurezas de todos aqueles que aceitarem a salvação; Naquele dia acabará a cegueira dos filhos de Jacó, e olharão para Aquele a quem traspassaram, e chorarão amargamente por ele como se chora por um filho unigênito. (Zacarias 12,13).
Na festa de Sukot (colheitas) será derramado o Espírito de Deus sobre toda a carne; E há de ser que, todo aquele que invocar o nome de Yahwéh, será salvo, recebendo uma pérola do vaso (Joel 3).
No decorrer dos dias de Sukot, chuvas de bênçãos cairão sobre o imenso vale, fazendo surgir à vista de todos os povos, em toda a Terra Santa, um paraíso repleto de alegria e paz.
Naquele dia os eleitos de Deus compreenderão as palavras do Livro:
"Ouvi-me, vós, que estais à procura da justiça, vós que buscais a Yahwéh. Olhai para a rocha da qual fostes cavados, para a caverna da qual fostes tirados. Olhai para Abraão, vosso pai, e para Sara, aquela que vos deu a luz. Ele estava só quando o chamei, mas eu o abençoei e o multipliquei. Yahwéh consolou a Sião, consolou todas as suas ruínas; ele transformará o seu deserto em um Éden e as suas estepes em um jardim. Nela encontrarão gozo e alegria, cânticos de ações de graças e som de música"(Isaías 51:1-3).
Naquele dia os remidos olharão para o humilde beduíno que libertou da caverna o vaso de Abraão, e cantarão com alegria:
"Como são belos, sobre os montes, os pés do mensageiro que anuncia a paz, do que proclama boas novas e anuncia a salvação, do que diz a Sião: O teu Deus reina! Porque Yahwéh consolou o seu povo, ele redimiu Jerusalém. Yahwéh descobriu o seu braço santo aos olhos de todas as nações, e todas as extremidades da terra viram a salvação do nosso Deus" (Isaías 52:7-10).
Durante seis anos, toda a humanidade, iluminada pela maior revelação do amor e da justiça de Yahwéh, terá oportunidade de romper com o império do pecado, unindo-se aos filhos de Israel em sua marcha de purificação e restauração do reino da luz..
Então acontecerá que, todos os sobreviventes das nações que marcharam contra Jerusalém, subirão, ano após ano, para prostrar-se diante do rei Yahwéh dos Exércitos, e para celebrar a festa de Sukot. E acontecerá que aquele das famílias da Terra que não subir e não vier, haverá contra ele a praga com que Yahwéh ferirá as nações que não subirem para celebrar a festa de Sukot (Zacarias 14: 16- 18).
Naqueles anos de oportunidade, soará por todas as partes do mundo o último convite de misericórdia, num apelo para que todos os pecadores se arrependam e se unam numa eterna aliança com Yahwéh, dizendo:
"Assim diz Yahwéh: Observai o direito e praticai a justiça, porque a minha salvação está prestes a chegar e a minha justiça, a manifestar-se. Bem-aventurado o homem que assim procede, o filho do homem que nisto se firma, que guarda o sábado e não o profana e que guarda sua mão de praticar o mal. Não diga o estrangeiro que se entregou a Yahwéh: - Naturalmente Yahwéh vai excluir-me do seu povo, nem diga o eunuco: -Não há dúvida, eu não passo de uma árvore seca". Pois assim diz Yahwéh aos eunucos que guardam os meus sábados e optam por aquilo que é a minha vontade, permanecendo fiéis à minha aliança: Hei de dar-lhes, na minha casa e dentro dos meus muros, um monumento e um nome mais precioso do que teriam com filhos e filhas; hei de dar-lhes um eterno nome, que não será extirpado. E, quanto aos estrangeiros que se entregarem a Yahwéh para servi-lo, sim, para amar o nome de Yahwéh e tornarem-se servos seus, a saber, todos os que se abstêm de profanar o sábado e que se mantêm fiéis à minha aliança, trá-los-ei ao meu santo monte e os cobrirei de alegria na minha casa de oração. Os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão bem aceitos no meu altar. Com efeito, a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos" (Isaías 56: 1 - 7).
Nos seis anos de oportunidade, Samael, o grande enganador, num gesto de desespero, empregará todos os recursos possíveis para impedir a realização de Yahwéh através de Seu povo. Em oposição à santificação do sábado que é o sinal da aliança entre Yahwéh e seus escolhidos, numerosas religiões, aliadas a governantes ímpios, imporá outro dia para o culto, não podendo comprar nem vender todos aqueles que mantiverem-se fiéis à aliança de Yahwéh (Ver Ezequiel 20:20;Apocalípse 13).Naqueles anos de provas, os eleitos de Deus sobreviverão mediante o cuidado dos anjos, que os conduzirá para distante das populosas cidades que serão castigadas pelas sete últimas pragas que cairão sobre os impenitentes ao fim dos seis anos( Apocalipse 15).
Durante os seis anos da colheita final, o Messias edificará uma Nova e Eterna Jerusalém, adornando-a com os atos de justiça de Seus escolhidos. (Êxodo 25: 1 - 8) Isaías 60: 10 -22 ; Zacarias 6: 12 - 15; Apocalipse 3:12) Essa Nova Jerusalém somente será revelada ao completar-se toda a justiça divina, ao fim do sétimo ano, período em que os eleitos de Deus terão como desafio viver uma vida sem culpas, pois qualquer ato de rebeldia naquele tempo, ficaria sem expiação, significando eterna vergonha para o Criador.
Ao completarem-se os sete anos, ,o Messias aparecerá nas nuvens do céu, acompanhado por todas as hostes celestes; Ao tocar Sua trombeta naquele grande Rosh Hashanáh, os fiéis falecidos, ressuscitarão revestidos de glória; os vivos vitoriosos, serão transformados num abrir e fechar de olhos , recebendo corpos perfeitos; Juntos, todos os remidos serão arrebatados para a Nova Jerusalém, numa viagem inesquecível que começará no primeiro dia da festa de Sukot; Depois de sete dias de feliz ascensão, chegarão à Cidade Santa para comemorarem, diante do trono, o oitavo dia da festa. Como que a sonhar, os resgatados do Senhor entrarão na Cidade Santa, encontrando ao seu norte, o jardim do Éden, no meio do qual eleva-se o monte Sião, o lugar do trono de Yahwéh. Coroados pelo Messias, os remidos entoarão o cântico da vitória, fazendo vibrar por todo o espaço os acordes de suas harpas, alaúdes e flautas.
História de um Vaso
Depois de proferir todas essas predições, Melquisedeque disse-me que toda a experiência que estávamos vivendo, era prefigurativa. Para que todo o drama se consumasse, tínhamos ainda diante de nós acontecimentos importantes: Primeiramente, eu deveria retornar ao Carvalho de Mambré juntamente com os meus pastores, para proclamar a todos a salvação representada pela história daquele vaso. Todo aquele que, com arrependimento, aceitasse o Messias revelado, teria seus pecados perdoados, recebendo uma pérola. Ao fim de seis anos, ao chegar à véspera de Rosh Hashaná, as pérolas acabariam, não havendo mais oportunidade de salvação. Por aquele tempo, o fogo do juízo cairia sobre as cidades de Sodoma e Gomorra, havendo terríveis pragas sobre todos os infiéis.

Capitulo VIII


A História de um vaso
Capitulo IX
Depois de uma noite de vigília em que, desesperadamente, procurei convencer minha amada a apossar-se se sua pérola, aceitando a salvação representada por aquele vaso, vi o sol surgir trazendo a luz do último dia - véspera de Rosh Hashaná. Ao olhar para dentro do vaso naquela manhã, vi que restavam apenas três pérolas. Ao admirar-lhes o brilho, comecei a imaginar que a mais brilhante seria para o meu filho prometido, a de brilho intermediário seria a de Sara, e a última seria a minha. Esse pensamento trouxe-me alívio e esperança; Mas, ao mesmo tempo, comecei a preocupar-me com a possibilidade de chegar pessoas procurando por elas; Se viessem, eu não poderia negar-lhes o direito à elas.


A História de um vaso
Capitulo X

Depois destas coisas, Yahwéh despediu-se de Sara e dos pastores que ali se encontravam, e convidou-me a acompanhá-los até o outeiro que fica defronte do vale. Ao chegarmos àquele lugar, o Eterno despediu-se de seus dois companheiros, enviando-os para uma missão especial em Sodoma.
Do cimo do monte contemplávamos os férteis vales e florestas que, como um paraíso, estendiam-se em ambas as margens do rio Jordão, circundando as prósperas cidades, dentre as quais destacavam-se Sodoma e Gomorra.
Fora sobre aquela colina que, depois da contenda entre os meus pastores e os pastores de Ló, dei-lhe a oportunidade de escolher o rumo a seguir, pois não poderíamos permanecer juntos. Atraído pelas riquezas da campina, ele decidiu mudar-se para lá.
Ao olhar para o meu companheiro que ficara silente desde o momento em que avistamos a campina, fiquei surpreso ao vê-lo chorando. Perguntei-lhe o motivo de sua tristeza, e Ele, soluçando respondeu:
- Este é para mim um dia de muita tristeza, pois pela última vez meus olhos podem pousar sobre este vale fértil. Choro pelos habitantes dessas cidades que não sabem que os seus dias acabaram!
A declaração de Yahwéh trouxe-me à lembrança todos aqueles cativos que haviam sido libertos seis anos antes; Infelizmente, quase todos rejeitaram o banho da purificação, retornando imundos para suas casas; Unicamente Ló e suas filhas aceitaram a salvação, tomando posse de suas pérolas. Pensando numa possibilidade de livramento para aquele povo, perguntei ao Senhor:
- E se por acaso existir naquelas cidades, cinqüenta pessoas justas, mesmo assim elas serão destruídas?
Yahwéh disse-me que se houvesse cinqüenta justos, toda a planície seria poupada.
- E se hover 45 justos?.
- Se houvesse ali 45 justos, toda aquelas cidades seriam poupadas.
Continuei com minhas indagações até chegar ao número dez. Yahwéh disse-me que se houvesse 10 justos naquelas cidades, toda a planície seria poupada.
Torturado por uma indizível agonia de espírito, Yahwéh voltou a chorar amargamente, enquanto com voz embargada, pronunciava um triste lamento:
- Sodoma e Gomorra, quantas vezes quis Eu ajuntar os seus filhos, como a galinha ajunta os seus pintainhos debaixo das asas, mas você não aceitou minha proteção. Por que você trocou a luz da minha salvação, pelas trevas deste reino de morte?! Meus ouvidos estão atentos em busca de, pelo menos uma prece, mas tudo é silêncio! Minhas mãos estão estendidas, prontas a impedir o fogo do juízo, mas vocês recusam o meu socorro!
Curvando-me ao lado de meu companheiro sofredor, uni-me a Ele na lamentação. Naquele momento de dor, tive a certeza de que Melquisedeque também sofria por todos aqueles que haviam trocaram o amor e a paz de Salém, pelas ilusões daquele vale de destruição.
Depois de um longo pranto, Yahwéh consolou-me, com a revelação de os seus dois companheiros, encontravam-se naquele momento em Sodoma, com a missão de salvar Ló e suas filhas, livrando-os da morte. Suas palavras trouxeram-me grande alívio, e prostrei-me agradecido aos seus pés.

A História de um Vaso
Capitulo XI
Antes de partir, Yahwéh encarregou-me de uma missão, dizendo:


Fim da primeira parte.



- Tome um rolo vazio e registre nele a história do vaso e a história de Salém, conforme ouviste dos lábios de Melquisedeque. Dentro de um ano, você e todos aqueles que aceitaram a salvação, deverão subir à Salém para a festa de Sukot; Naquele dia, devolverá ao rei de Salém o vaso, oferecendo dentro dele como presente, o rolo.
Naquela mesma tarde, em obediência às ordens de Yahwéh, comecei a registrar a história vivida por mim e por meus pastores, desde o momento em que parti rumo ao vale, levando sobre as costas o vaso com sua labareda.
No dia seguinte, o sol já ia alto, quando, ao mencionar a cidade de Sodoma no manuscrito, lembrei-me que aquele era o dia de sua destruição.Com o coração acelerado, corri para lá e fiquei espantado com o cenário que estendeu-se diante de meus olhos: Em lugar daquele vale fértil, semelhante a um paraíso, havia um deserto fumegante, sem nenhuma vida; No lugar das cidades de Sodoma e Gomorra, havia uma profunda cratera, para onde as águas do mar salgado escorriam.
Abalado ante essa visão de destruição, retornei à tenda com o coração entristecido . A lembrança de tantas pessoas que, por rejeitarem o perdão divino, haviam sido consumidas pelo fogo, deixava-me profundamente abalado. Nos dias seguintes, não encontrei forças para escrever; Retornei outras vezes ao outeiro, com a esperança de que tudo aquilo fosse um pesadelo, mas em lugar do vale fértil eu somente conseguia enxergar aquele caos.
Demorou vários dias para que eu voltasse a ter ânimo para prosseguir com os escritos do rolo.
Tomado por essa preocupação, permaneci sentado sob o Carvalho de Mambré. Na viração do dia, sobreveio-me um grande estremecimento quando vi ao longe três peregrinos que caminhavam rumo à nossa tenda. Comecei a clamar a Deus que eles mudassem de rumo, mas meus clamores não foram atendidos. Dominado por uma grande amargura, corri até eles, e, depois de prostrar-me, convidei-os para a sombra.
Tomando uma bacia com água, passei a lavar-lhes os pés, limpando-os da poeira do caminho. Ao ver os pés feridos e calejados daqueles homens, senti compaixão por eles; Compreendi que haviam vindo de muito longe, enfrentado perigos e desafios, com o propósito de pegarem em tempo as pérolas. Vi que eles eram muito mais merecedores do que eu, Sara e nosso filho prometido.
Ao lavar os pés do terceiro, meu coração que até então estava aflito, encheu-se de paz e alegria; Imaginava naquele momento, quão terrível seria se aquele terceiro peregrino, não houvesse se unido aos dois primeiros naquela caminhada; Nesse caso eu seria obrigado a tomar da última pérola, subindo sem minha amada à Salém. Se eu tivesse de passar por essa experiência, a pérola que simboliza a alegria da salvação, se tornaria para mim num símbolo de solidão e tristeza, pois a vida longe do carinho de Sara, seria para mim o maior castigo, como a própria morte.
Depois de lavar-lhes os pés, comecei a servir-lhes o alimento que foi especialmente preparado para eles. Enquanto os servia em silêncio, eu ficava esperando pelo momento em que eles me perguntariam pelas pérolas. Mas sem revelar nenhuma pressa, eles falavam sobre a longa caminhada que fizeram, sobre as cidades por onde haviam passado. Eu perguntei-lhes se conheciam Salém; Eles responderam-me afirmativamente, acrescentando que naqueles seis anos, muitas obras haviam sido realizadas naquela cidade, em preparação para uma grande festa que estava para realizar-se dentro de mais um ano, por ocasião de Sukot.
As palavras daquele terceiro peregrino, o mais falante dos três, começaram a trazer-me, misteriosamente, um sentimento de esperança. Ao olhar para os seus olhos azuis, vi que ele se parecia com Melquisedeque.
Lembrava-me da última promessa feita pelo rei de Salém, quando o terceiro peregrino perguntou-me com um sorriso:
- Abraão, onde está Sara tua mulher?!
Atônito, perguntei-lhe:
- Como você sabe o meu nome e o nome de minha esposa?
O peregrino, respondeu-me:
- Não somente sei o nome de vocês, como também sei que, daqui a um ano vocês terão um filho que será chamado Isaque.
Ao ouvir as palavras do visitante, corri para dentro da tenda afim de chamar minha esposa, para que ouvisse as palavras daquele peregrino.
Ao vê-la, o peregrino perguntou-lhe:
- Sara, porque você riu de minhas palavras?
Assustada, Sara, respondeu:
- Eu não ri meu senhor!
- Não diga que não riu, pois eu a vi rindo dentro da tenda. Afirmou o peregrino.
Consciente de estar diante de alguém que conhecia o seu íntimo, Sara perguntou-lhe:
- Quem és tu Senhor?!
- Eu Sou a chama que desprendeu-se do Fogo do Altar para estar no vaso de seu esposo! Eu Sou o Messias, o Yahwéh que sofre humilhações e desprezo por amor ao Seu povo!.
Tendo feito esta revelação, o peregrino estendeu Suas mãos sobre a cabeça de Sara para abençoá-la; Somente então vi que elas estavam marcadas por cicatrizes semelhantes às do rei de Salém.
O peregrino, com muita ternura, começou a falar ao coração de minha amada, resgatando-a de sua caverna de incredulidade:
- Sara, você é preciosa aos meus olhos! Todo o seu passado de descrença e infertilidade está perdoado! Tenho para você um futuro glorioso, pois você se tornará mãe de muitos povos e nações!
Depois de dizer estas palavras, o nobre visitante encaminhou-se para o vaso e, inclinando-se, tomou dele as três pérolas restantes. Dirigindo-se a Sara, entregou-lhe duas pérolas, e disse-lhe:
- Uma é para você e a outra é para o teu filho Isaque.
Com a vida transformada pelo amor de Yahwéh, Sara prostrou-se agradecida aos pés daquele peregrino que a salvara no último momento de oportunidade. Quando a vi prostrar-se submissa, meu coração por tantos anos aflito, rompeu-se em lágrimas de alegria e gratidão, e caí aos pés de meu Redentor e Rei.
Depois de consolar-nos com a certeza de nossa eterna salvação, o peregrino entregou-me a última pérola. Quando apertei-a em minhas mãos senti grande luz de alegria e paz penetrar-me todo o ser, e passei a louvar ao Eterno pela certeza de que teria para sempre ao meu lado minha querida Sara e o filho da promessa que, dentro de um ano nasceria.
Ao ouvir tais palavras do rei de Salém, sobreveio-me grande angústia, ao lembrar-me dos últimos passos de Sara; Eu temia que ela, em sua incredulidade, não aceitasse uma pérola. Se isto acontecesse, os meus lindos sonhos ruiriam por terra, pois não conseguiria ser feliz em sua ausência. Lendo nos meus olhos a angústia, Melquisedeque consolou-me com uma promessa:
- Abraão, daqui a seis anos Yahwéh te visitará em sua tenda, e sua esposa será curada de sua aridez. Ela se converterá e lhe dará um filho que se chamará Isaque.
Ao findar a festa de Sukot, retornamos às nossas tendas junto ao Carvalho de Mambré. À medida em que íamos avançando pelo caminho, muitas pessoas nos cercavam, admirados pela beleza do vaso repleto de pérolas; A todos contávamos a história de sua chama redentora, e oferecíamos as pérolas a todos que crendo, aceitavam a salvação.
Quando chegamos ao Carvalho de Mambré, uma multidão de pessoas no esperava; Muitos tinham ouvido falar do miraculoso livramento operado através daquele vaso que fora alvo de tanto menosprezo. Agora, todos estavam emudecidos ao vê-lo glorificado.
Juntamente com os meus pastores, continuamos a proclamar o infinito amor de Yahwéh revelado pela chama. O número daqueles que procuravam pelas pérolas foi aumentando, dia após dia, e todos éramos felizes.
Os dias, os meses e anos foram-se passando, e a quantidade de pérolas foram diminuindo dentro do vaso. Estávamos vivendo agora os últimos meses do sexto ano, que era o último da oportunidade. À medida em que os dias se passavam, aumentava em meu coração uma preocupação e uma angústia, pois Sara até então não tomara interesse em apossar-se de sua pérola, apesar de meus constantes rogos.
Naqueles momentos de aflição em que clamava a Deus pela salvação de Sara, meu único consolo eram as últimas palavras do rei de Salém, de que ao fim dos seis anos ela seria transformada.
Vivíamos agora os últimos dias do sexto ano; A consciência de que o tempo estava esgotando, fazia com que muitas pessoas me procurassem de manhã até à noite, para apossarem-se das pérolas da salvação.Com o coração ferido por indizível aflição, eu insistia com Sara, procurando convencê-la de sua necessidade em tomar, o quanto antes, uma pérola, pois as mesmas estavam ficando a cada dia mais escassas. Sem atentar para a minha angústia, Sara desdenhava de meus apelos, afirmando que aquelas pérolas não tinham nenhum significado para ela.

domingo, agosto 02, 2009

Vida Rastafari, Vida de Retidão

RastafarI life is a Righteousness life

O chamado e a Libertação


Com maximo respeito e humildade venho por meio deste texto ressaltar e tornar mais vivos os elementos de cultura e sabedoria de cada um, para um e para todos


Sagrado Emanuel I Selassie I Jah Ras Tafari I


Muitos ouvem dizer a poderosa palavra do nome do Rei Ras Tafari de inicio muitos pensam, Reggae, Bob Marley, Maconha, Cabeludos e Drogados, ou mesmos não sabem o que é ? Ou do que se trata tal Saudação, Nome Sagrado. Termo Real.


Qual o seu significado? De onde nasceu ?


Resumidamente, fica um grande ponto de interrogação na cabeça de muitas pessoas. Que por primeira impressão basiados no que seus olhos olham e não enxergam, julgam muito mal, denegrindo e apontando a conduta de vida de Retidão. Outra nota que apontamos e enxergamos, é que existem muitos Dread Locks desorganizados, assim como foi na Jamaica assim é no Brasil.


Seguidores de Jah, Não Bebem, Não Fumam Tabaco, não é apenas um jeito de falar e vestir, é um modo de vida, vindo desde o inicio dos tempos, e sempre estabelecido pelos nossos patriarcas Reais de Jah - Melquisedeque Eamanuel I Jah Ras Tafari I.
Bendita lei natural de Amor.

Emanuel Charles Edwards, Marcus Garvey, Haile Selassie
Imperatriz Menem.


3 São 1 e 1 São 3
.

Mas quem são estas pessoas, porque se escrever e ressaltar sobre elas, seus ensinamentos, suas vidas, suas mensagens, suas obras, palavras vivas fontes de agua onde se toma e não se volta a ter serde, bendito amor
Muitos não se lembram de Jah, seus ensinamentos, suas palavras, e irão se perguntar quem é Jah, Jah é o Deus Supremo, Deus temivel em sua colera e Rápido em seu amor, citado por toda a biblia sagrada "canonica".
Estudaremos nestes textos e em tudo que pudermos eu e eu estar postando pelo blog, a vida na forma natural, em R-educação, como alimentação, como inspiração, como espiritualidade, servições Reais de oração, conseguindo levar um entedimento mais amplo a todos que tem dúvidas sobre o tema aqui abordado, que os escritos possam ajudar e esclarecer a busca de eu e eu.
Alguns dos significados providos do Aramaico e do Guez, idiomas e escritas utilizados na antiga Etiopia, e usados até os dias atuais em algumas localidades de Africa a terra de nosso Pais, tem sua melhor tradução adaptada ao portugues como algumas que mostraremos abaixo.
SUS = Tem sua tradução em hebraico e Aramaico = Cavalo, Porco
JAH = Deus, Budá, Alá, criador dos criadores, o mais altissimo Senhor dos Exercitos Jahwe, segundos as siglas do Hebraico e Aramaico, YHWH, sendo assim Yah, Jah, JAWE, como nestes idiomas e escritas se observam da direita para a esquerda.
Ras = Titulo de nobresa, Lider civil e militar.

Tafari = Nome de batismo do rei Haile Selassie, antes de sua coroação em 1930 Addis Ababa Capital Etiope - Africa - Leste.
Tafari = Também tem seu significado como Reverenciado, Temido, Supremo.
Selassie tem seu significado como Poder da Santissima Trindade na mais antiga ordem Eclesiástica do mundo.



Jah é o Supremoe Justo Reverencido Lider (Citado por toda biblia)

Haile Selassie, nascido e batizado Ras Tafari Makonen coroado em Etiopia - Africa, amplamente assistido pela imprenssa mundial em 1930 na Capital da Etiopia.
Assim adquirindo o Supremo nome de Vossa Majestade Imperial HIM Haile Selassie I - O primeiro I.
72 nações de todo o mundo, dirigiram-se a ele direcionando-se a Africa Sagrada, muitos lideres religiosos de todos os cultos e crenças do mundo todo vieram revenciar o coroado Rei Haile Selassie, demonstrando assim o real respeito e devoção por qualquer crença que fosse a Majestade Imperial Reis dos Reis Haile Selassie Primeiro, se nomeia com o Titulo de Selassie, ateriomente titulado Ras ele foi Dejazmatch, sendo assim não existe RasTafari a não ser o proprio Rei dos Reis Senhor dos Senhores. A usada e muito escutada palavra Tafari se da a um titulo anterior do Rei em sua vida.
Selassie não é apenas um nome ao qual refere-se ao rei. Selassie diz em sua tradução mais adaptada ao portugues tendo sua originalidade em
Amharic (guez) linguas ao qual Etiopia conta sua historia 5 seculos antes de Emanuel Cristo, significando o Poder da Santissima Trindade, Pai, Filho, Espirito Santo, três em um, e um em três.

Haile Selassie é fruto descedente 225º gerações depois do jubiloso encontro da saudosa Rainha de Sabá da Etiopia e o rei Salomão de Jerusalem, resultando no seu fruto, o filho Menelik, ao qual parte para Jerusalem como nos conta o livro sagrado Kebra Nagast, em encontro de sabedoria de seu Pai o Rei Salomão - Jerusalem, o jovem Menelik promete seu retorno antes de sua partida com para sua amada mãe Rainha Makeda da Etiopia, e seu retorno a Etiopia se faz triunfante pois com ele trouxe Sion ( A arca da aliança )...
A Europa é branca e corrompe assasina e rouba a verdade usando como bem quer suas mentiras.


Marcus Garvey ( Jamaica )
lider politico era defensor dos intereses de igualdades socio-economicas, tinha entre sua luta e suas ideias a repratriação Africana é considerado por muitas pessoas na Jamaica como Profeta que aponta a coroação de um rei na Africa, ao qual nos referimos acima.
Segundo fontes o proprio Marcus Garvey nao era crente que Selassie, era o rei ao qual apontava em sua anterior profecia, considerado como a reencarnação de João Batista, Marcus Garvey sempre lembrava da escravidão na Etiopia e considerava os crentes nele e no Rei "loucos"
Marcus Garvey é titulado um Heroi na Jamaica pelos seus feitos vida e historia
Garvey não tinha tempo para sua fé sua luta e sua busca pela inteligencia e conscientização do povo Preto foi sua grande luta que é viva ate hoje, o mais Honoravel profeta nascido de uma mulher, Marcus Mosiah Garvey.

Alimentação Natural
I-tal se trata de uma forma de nutrição, do corpo e espirito, pois o homem não é apenas corpo, nem o corpo apenas espirito.Uma dieta seja como for, trata-se da forma de nutrir o corpo sem agressões, sem o uso de exploração de fontes animais, sangue, açucar, alimentos industrializados (carregados de grandes fontes de substancias quimicas), derivados de qualquer que for o "alimento" que tenha origem animal é vista pelos seguidores como uma forma impura de se alimentar apontada assim por Jah o criador de tudo e de todos, alem de obter origem com a exploração de outro ser vivo, vivente e que carrega sentidos assim como cada pessoa, que sente dor, e tantos outros motivos que alem do espirito o planeta necessita que paremos com sua exploração e mudanças geneticas.

O que são mais utilizados?


Vegetais, frutas, legumes, grãos, cereais fazem parte da nutrição, pois da terra eles vem trazidos por Jah, e nos servem de nutrição para o corpo, a verdadeira e original forma de se nutrir, esses alimentos são dados aos homens, tem em suas composições, e combinações a quantia necessarias para a vida saudavel e equilibrada ao qual o homem precisa.


Na africa existe uma historia muito mais antiga onde Roma, Europa, destroi, se conta campeao, rouba e expoe em museus seus artigos de exposição ( Estela de Axum até os dias de hoje em Roma)

Bendito amor meu senhores e Imperatrizes

Selamos com sete palavras

Amais uns aos outros como vos amo.

domingo, maio 17, 2009

Haile Selassie Vida e Palavra



Infancia e Biografia Ras Makonen.

Birth & Childhood from Esther Antohin on Vimeo.


Haile Selassie fala sobre Destino
O que quer que a tarefa pode ser, o homem pode começá-la mas não pode terminá-la, a menos que Deus o sustentar e suportar. Se não realiza a tarefa em que expos, trabalhando a melhor de sua habilidade, não deve ser caluniado sendo chamado preguiçoso.
O homem pode, no início, controlar o sentido que os eventos tomam, mas uma vez que sua escolha é feita sempre perde o controle e a história prossegue por sua própria força e dinamismo."
King Haile Selassie I

Com Maximo Respeito Alegria e Devoção a Jah Rastafari I.

Haile Selassie I em Etiopia.

Com maximo respeito e devoção a Jah Rastafari, que reina e vive sobre a terra pela ordem de Melquisedeque e seus anciões.
Venho trazer nesta postagem, imagens e palavras do Rei Haile Selassie I, sim i-irmaos o rei coroado em Etiopia em 1930 com honrras e graças de Rei nomeado Deus em Africa, ao qual 72 nações vieram se prostar e revenciar ao grande Conquistador da tribo de Judah, sua coroação se realizou em Adis Ababa em 02 de Novembro de 1930 com grandes cerimonia.
Haile Selassie I em suas palavras e discursos sempre colocou o nome do grande poderoso Jah, Deus a frente, seus discursos , sao obras de um verdadeiro Rei Conquistador, suas palavras mostram direções soluções para varias situações em que o ser humano se encontra e situações que Africa esteve e esta ainda a passar, Haile Selassie I foi autor de sua autobiografia que leva o nome de "Minha vida e o progresso da Etiópia – A autobiografia de Haile Selassie I"

Primeiro pronunciamento de Haile Selassie na Liga das Nações, 1936.

Além do Reino de Deus, não há governo humano que tenha mais mérito que outro. Mas, nesta Terra, quando um governo poderoso acredita que está certo eliminar outra nação, contra a qual nenhuma ofensa possa ser imputada, então chegou a hora do prejudicado trazer os males que vem sofrendo perante a Liga das Nações. Deus e a História estarão observando, como testemunhas, o julgamento que será dado aqui.

Lij Makonem
(Haile Selassie quando criança), Descendencia Salonomica 225º gerações após o Rei Salomão, filho de Davi.
Tafari Makonem seu nome de Batismo filho do Chefe Advisor de Menelik II, sobrinho do Imperador Menelik II.


WAR - GUERRA - Haile Selassie.

Enquanto a filosofia que declara uma raça superior e outra inferior não for finalmente e permanentemente desacreditada e abandonada; enquanto não deixarem de existir cidadãos de primeira e segunda categoria de qualquer nação; enquanto a cor da pele de uma pessoa não for mais importante que a cor dos seus olhos; enquanto não forem garantidos a todos por igual os direitos humanos básicos, sem olhar a raças, até esse dia, os sonhos de paz duradoura, cidadania mundial e governo de uma moral internacional irão continuar a ser uma ilusão fugaz, a ser perseguida mas nunca alcançada. E igualmente, enquanto os regimes infelizes e ignóbeis que suprimem os nossos irmãos, em condições subumanas, em Angola, Moçambique e na África do Sul não forem superados e destruídos, enquanto o fanatismo, os preconceitos, a malícia e os interesses desumanos não forem substituídos pela compreensão, tolerância e boa-vontade, enquanto todos os Africanos não se levantarem e falarem como seres livres, iguais aos olhos de todos os homens como são no Céu, até esse dia, o continente Africano não conhecerá a Paz. Nós, Africanos, iremos lutar, se necessário, e sabemos que iremos vencer, pois somos confiantes na vitória do bem sobre o mal.

O discurso citado acima, inspirador da música War, cantada por Beharne Selassie, e outros artistas da cena reggae até hoje tem origens dos labios do Leão Conquistador.

Lij Tafari Makonem


Se torna um Principe Real, LIJ quando aos nove anos Menelik II o agradece por dedicações e contrubição a mão de sua filha mais velha, quando o pequeno Tafari tnha 9 anos, o tornando um Lij Tafari Makonem.

ONU, Outubro de 1963.

Devemos olhar, primeiro, para Deus Todo Poderoso, que levantou o homem acima dos animais e lhe deu inteligência e razão. Nele devemos colocar nossa fé, pois Ele não nos deixará e não permitirá a destruição da humanidade, que Ele criou à sua imagem. Devemos olhar para nós mesmos, para o fundo das nossas almas. Devemos nos transformar em algo que nunca fomos antes. Nossa educação, experiência e ambiente nos prepararam mal. Devemos nos tornar maiores do que temos sido, mais corajosos, mais altos de espírito, com uma visão de maior alcance. Devemos nos tornar como uma nova raça, ultrapassando pequenos preconceitos, prestando nossa lealdade não às nações mas, sobretudo, aos nossos irmãos e à comunidade humana.

Conferência de Belgrado, 1961.

Muito espaço tem sido dado aos ricos em suas ações contra a vida humana neste planeta, como a corrida armamentista, mas pouco divulgados são os efeitos colaterais e as conseqüências indiretas dos gastos militares astronômicos. O desarmamento deve ser empreendido para que assim possa se extinguir a ameaça do holocausto mundial. Com uma drástica redução dos orçamentos militares serão liberados os recursos necessários para erguer todos os seres humanos à condição de homens realmente livres.


Princes Esther Sobrinha de Haile Selassie.

It was the night, not the morning... The eucalyptus leaves would tremble... Silver and silk, flesh of vegetation... The black dove flew from Harar to the Menelik palace in the capital, dark as night to confirm the news. Ras Makonnen with his army was one day away from Harar when they woke him up this night. It was a boy....

A century ago it was another Africa in a different world we hardly remember. There was no Addis Ababa but the fourth sacred place of Islam, ancient Harar, where the future Christian ruler of Ethiopian empire was born. Baby Tafari Makonnen was born on July 23, 1892, according to the western calendar; in the year of St. John.... A boy was born, not a prince....


TRADUÇÃO

Ele foi a noite, não a manhã... As folhas de eucalipto tremeriam... Prata e seda, carne de vegetação... O preto mergulhou-se voou de Harar ao palácio Menelik na capital, escura como noite para confirmar as notícias. O Ras Makonnen com o seu exército foi um dia de distância de Harar quando eles o despertaram esta noite. Foi menino....

Há um século ele foi outra África em um mundo diferente nós apenas lembra-se. Não houve nenhum Addis Ababa mas o quarto lugar sagrado do Islame, Harar antigo, onde o futuro soberano cristão do império etiópico nasceu. O bebê Tafari Makonnen nasceu no dia 23 de Julho de 1892, segundo o calendário ocidental; o ano dos Santos. Um menino nasceu, não um príncipe....


Imperador Menelik II, Imagem divulgada em 1991.


Birth & Childhood from Esther Antohin on Vimeo.

Oração feita pelo rei Hailé Selassié I:

"Senhor Todo Poderoso em quem não há fraqueza, Eterno em quem não há transição; adimirando Seu trabalho assim como Seus julgamentos, um ser criado, mesmo após muita procura, não pode aprofundar-se muito neles exceto em dimensão limitada.

É um segredo sutil, no qual uma criatura, mesmo depois de muito explorar, não pode saber mais do que Você sozinho já sabe: porque no passado recente, assim como agora, Você fez o povo Etíope, do homem comum ao Imperador, por um tempo afogado no mar da tristeza e porque Você fez do povo italiano, começando por seu rei, por um tempo nadar num mar de alegria.

Desde que nenhuma criatura criada a Sua imagem e em Seu padrão abandone a esperença de que tudo que ele pede a Você, será dado a ele até o dia, no qual Você tomará a alma de seu corpo, nós suplicamos a Você que a Etiópia não deveria permanecer com sua liberdade extinta e prostrada sob um governo alienígena, nem as bocas de seus povos silenciadas por medo de um governante estrangeiro, mas pelo contrário, Você os salvará através de suas proezas de bondade, não deixe que eles permaneçam com seus corações oprimidos através da privação de terem seu próprio governante, que os liderará à civilização sob uma luz, oprimido e com satisfação.

Senhor, morada dos exilados, luz dos cegos ! Verdade e justiça são seus tronos. Receba-nos, nós que fomos exilados de sua liberdade sagrada, que tivemos que deixar nosso país sob grande violência.Orando a Você então, não por nossa pureza, mas por Sua grande misericórdia.E agora eu estou contemplando para escrever a história de minha vida, desde os meus treze anos até agora, sobre as bases de tudo em que trabalhou, fazendo-me Seu instrumento.

Eu oro a Você para que, por Sua vontade, isto alcance a realização. É certo para eu revelar neste prefácio pela qual eu pensei em escrever esta obra, apesar de que de Você nada pode ser escondido.

Primeiro, que Seu nome seja elevado por todas as proezas que faz, agindo de acordo com seus desejos.

Segundo, quando Você torna um homem rico neste mundo e o aponta sobre outras criaturas, para que seja conhecido que não é por seus méritos, mas apenas por Sua benevolência e generosidade.

Terceiro, em toda a história, aonde o nome de outras pessoas é mencionado, não é através de parcialidade ou inimizade, mas Você sabe que fazemos de nossos corações os juízes para escrevermos somente a verdade.

Quarto, apesar de não haver nada que não foi escrito na Bíblia Sagrada, se Você me permitir escrever assim como planejei, talves nossos parentes e nossos irmãos que se erguerão no futuro, tomem nota da palavra que Você falou, pois sem mim Você não pode fazer nada e talves seus corações sejam convencidos de que com Sua ajuda eles poderão fazer qualquer coisa.

Quinto, a menos que um homem descarregue sua tarefa por sua própria resolução e perseverança consciente de que é Sua ferramenta, em tempos de alegria ou de turbulência, ele deveria perceber que tem que trabalhar por sua habilidade inata ou pela educação que deve ter recebido, pois sua responsabilidade não cessará mesmo que ele aja sozinho sob a vontade de outro homem.

Sexto, qualquer que seja a tarefa, deixe que todos percebam e se convençãm que ela será terminada no tempo e na época apropriados e que é impossível completá-la apenas desejando ou com pressa indevida.

Eu oro a Você para que tudo isto esteja de acordo com Sua vontade."


Video que retrata a Biografia de Tafari Mokonen I

Ainda nao consegui as legendas do video, mas a busca continuara
Grade Abraço a todos i-irmaos e i-irmas que Jah esteja presente na vida de todos.
Desde ja agradecido familia
One I


Biography of Ras Mekonnen Wolde Mikael from Esther Antohin on Vimeo.

Continuamos com graças amor e Retidão, assim seguimos, assim temos a vida, o video que eu e eu traz abaixo traz uma



Biography of Ras Mekonnen Wolde Mikael from Esther Antohin on Vimeo.

terça-feira, abril 14, 2009

Livros Apócrifos - Extra Canônicos.

Textos Apócrifos - Extra Canônicos



Tais livros perdidos tomam o nome de Apócrifos, livros que carregam secretas e fantasticas palavras, capazes de nos trazer mais sabedoria sobre s ensinamentos de Yaoshua, Jes-us e textos, escritos anteriores e posteriores ao Grande Rei, são tidos como blasfemias! Será que são ?
Até quando o homem fara a sua vontade e não a de Jah Rastafari ?
Tais livros foram de forma violenta e ignorante retirados extirpados da bilbia sagrada?
Compreendemos que muitas informações como as contidas nos livros sagrados contribuem para melhor entendimento, quando se busca, a sabedoria, nada mais.
"Busque a salvação e o resto lhe será adicionado". - Emmanunel I Selassie I Jah Rastafari.


Livros do Antigo Testamento
1.Livro do Convênio (Êxodo 24:4, 7)
2.Livro das Guerras (Números 21:14)
3. Livro de Jasher (Josué 10:13) e (2 Samuel 1:18)
4. Livro dos Estatutos (1 Samuel 10:25)
5. Livro dos Atos de Salomão (1 Reis 11:41)
6. Livro de Natã (1 Crônicas 29:29) (2 Crônicas 9:29)
7. Livro de Gade (Mesmo do número 6)
8. Profecias de Aías (2 Crônicas 9:29; 2:15; 13:22)
9. Visões de Ido (Mesmo do número 8)
10. Livro de Semaías (2 Crônicas 12:15)
11. Livro de Jeú (2 Crônicas 20:34)
12. Atos de Uzias, Escrito por Isaías (2 Crônicas 26:22)
13. Livros dos Videntes (2 Crônicas 33:19)
14. Profecias de Enoque Jude 14
15. Comentários de Mateus de Nazaré (Mateus 2:23)

Livros citados em novo testamento, perdidos ?
16. Epístola Perdida de Paulo (1 Coríntios 5:9)
17. Segunda epístola perdida de Paulo (Efésios 3:3-4)
18. Terceira epistola perdida de Paulo (Colossenses 4:16)
19. Epístola perdida de Judas

Textos Apócrifos, escritos do "velho testamento" de biblia sagrada
.
20. Tobit
21. Judite
22. Adição do livro de Ester
23. Sabedoria de Salomão
24. Eclesiásticos ou a Sabedoria de Jesus
25. Baruque
26. A Carta de Jeremias
27. Oração de Azarias
28. Canção dos Três Judeus (Estes são os livros perdidos de Daniel)
29. Susana
30. Sino e o Dragão
31. I Macabeus
32. II Macabeus
33. III Macabeus
34. IV Macabeus
35. I Esdras
36. II Esdras
37. Oração de Manassés
38. Salmo 151

Textos Apócrifos, escritos do "novo testamento" de biblia sagrada.
Um escrito mencionado e eliminado: 39. Livro de Maria

Textos perdidos citados em Eclesiastes, 337 d.C Por Eusebio de Cesareia, ao qual os considerou"eresias
".
40. Atos de Paulo
41. Atos de André
42. Atos de João
43. O Proto-Eevangelho
44. Infância I
45. Infância II
46. Cristo e Abgarus
47. Nicodemos
48. O Credo dos Apóstolos
49. Laodiceanos
50. Paulo e Sêneca
51. Paulo e Theca
52. Revelação de Pedro
53. Epístola de Barnabas
54. O Evangelho Perdido de Acordo com Pedro
55. Evangelho de Tomé
56. Evangelho de Matias
57. Clemente I
58. Clemente II
59. Efésios II
60. Magnésios
61. Tralianos
62. Romanos II
63. Filadelfos
64. Smaraneas
65. Policarpo
66. Filipenses (II)
66. Evangelho referido somente pela letra Q
"Algumas destas podem ser referência nos escritos por Marcion, 150 d.C., e Muratória,170d.C". 67. Sheppard de Hermas
68. Hermas I (Visões)
69. Hermas II (Mandamentos)
70. Hermas III
71. Cartas de Herodes e Pilatos (Dizeres ao julgamento de Cristo)
Escritos Apófricos mencionados em 4 d.C, recentes, e não mais existentes. 72. O Evangelho de André
73. Outos livros abaixo de André
74. Evangelho de Afiles
75. O Evangelho de Acordo com os Doze Apóstolos
76. O Evangelho de Barnabé
77. Os Escritos de Bartolomeu, o Apóstolo
78. O Evangelho de Bartolomeu
79. O Evangelho de Basilides
80. O Evangelho de Cernithus
81. A Revelação de Cernithus
82. Uma Epístola de Jesus Cristo para Pedro e Paulo
83. Vários outros livros abaixo do nome de Cristo
84. Uma Epístola de Cristo (produzido por Maniqueu)
85. Um Hino, ensinado por Cristo para seus Discípulos
86. O Evangelho de Acordo com os Egípcios
87. Os Atos dos Apóstolos II
88. O Evangelho de Ebionitas
89. O Evangelho de Encratites
90. O Evangelho de Eva
91. O Evangelho de Acordo com Hebreus (ou Hebreus II)
92. O Livro de Helkesaites
93. O Falso Evangelho de Hesíquius
94. O Livro de Tiago
95. Os Atos de João
96. Evangelho de Jude
97. Evangelho de Acordo com Judas Iscariotes (recentemente descoberto, causando furor no meio teológico)
98. Atos do Apóstolo Leucius
99. Atos do Apóstolo Lentitus
100. Atos do Apóstolo Leontius
101. Atos dos Apóstolos Leuthon
102. Os Falsos Evangelhos, publicado por Lucianus
103. Atos dos Apóstolos (usado por Manichees)
104. O Evangelho de acordo com ou de Marcion
105. Livros abaixo de Mateus:
- O Evangelho de Matias
- As Tradições de Matias
- O Livro de Matias
- O Evangelho de Merinthus
106. Evangelho de Acordo com os Nazarenos
107. Os Atos de Pedro e Thecla
108. As Pregações de Pedro e Paulo
109. As Revelações de Paulo
110. O Evangelho da Perfeição
111. Atos Adicionais de Pedro
112. A Doutrina de Pedro
113. O Evangelho de Pedro (não confunda com o Evangelho de acordo com Pedro)
114. O Julgamento de Pedro
115. As Pregações de Pedro
116. As Revelações de Pedro
117. Os Atos de Filipe
118. O Evangelho de Filipe
119. O Evangelho de Scythianus
120. Os Atos dos Apóstolos, por Seleucus
121. A Revelação de Estêvão
122. O Evangelho de Titan
123. O Evangelho de Tadeu
124. Os Atos e o Evangelho de Tomé
125. O Evangelho da Verdade
126. Contra a Heresia
"Porque a sabedoria dos homens, é loucura aos olhos de Deus" (Matheus.)
Recentes descobertas citam livros e epistolas geralmente, consideradas totalmente perdidas das escrituras biblícas que seriam: 127. Livro de Moisés
128. Livro de Abraão (127 e 128, foram encontrados nas tumbas egípcias em 1830)
129. Profecia de José do Egito 2 Néfi 3
130. Profecia de Zenoque 1 Néfi 19
131. Profecia de Neum e 132 A profecia de Zanos
Dos escritos 72 á 126 possuem referencias, nunca foram encontrados, conhecidos e ainda pesquisados, antigos cristãos, possuem referências em suas cartas consideradas não oficiais, como tantos outros escritos existentes de tom religioso, Eruditos ainda hoje debatem a legalidade destes escritos.
One Love, One I, One Destiny.
Fonte de consulta: www.gnosisonline.org/Teologiagnostica/livrosapocrifosbibliashtml Escrito e Adaptado por: Jeffrey Gaspar I.

Declaração dos Direitos Universais Indigênas

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