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Escola de Jerusálem

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Visão da Cultura

domingo, fevereiro 28, 2010

Fatos Históricos sobre Marcus Mosiah Garvey

O profeta mais honorável nascido de uma mulher Negra.
Only John Marcus I Selassie I Jah Rastafari.

Fatos Históricos sobre Marcus Mosiah Garvey
Primeiro Presidente Geral da U.N.I.A - A.C.L.

"Um povo sem o conhecimento de seu passado é como uma árvore sem raíz". Marcus Garvey.

Marcus Mosiah Garvey nasceu na paróquia de St. Ann´s. Bay of St. Ann, em 17 de Agosto de 1887. Ele era o caçula de 11 filhos, nove dos quais morreram na infância. Garvey frequentou a escola infantial e fundamental em Saint Ann´s Bay, e foi um brilhante aluno. Ele recebeu aulas particulares de seu padrinho Alfred Burrowes, que dirigia uma oficina gráfica. Aos 14 anos, Garvey foi aprendiz de Burrowes para aprender o ofício da tipografia.
O jovem Garvey herdou o amor pelos livros de seu pai, um pedreiro qualificado, que lia amplamente e tinha uma biblioteca particular. Este amor foi incentivado durante sua aprendizagem com Mr. Burrowes que também tinha uma extensa coleção de livros que lerá Marcus, agora um ávido leitor, que fez uso pleno deste livros. Ele também entrou em contato com muitas pessoas que paravam a oficina para discutir política e assuntos sociais com Burrowes. Assim começou seu interesse ao longo de sua vida na política e nos assuntos sociais.

Por volta de 1906 Garvey deixou Saint Ann´s Bay para Kingston, em busca de melhores perspectivas. Ele primeiro trabalhou com um tio materno e depois na empresa PA Benjamin Limited onde trabalhou como compositor na secção de impressão. Com a idade de 20 anos, em 1907, ele se tornou um impressor-mestre e contramestre nesta empresa. Sua primeira experiência na organização de trabalho veio com uma greve no final de 1908, quando os impressores, representados pela União Tipográfica entraram em greve por melhores salários. Garvey aderiu a greve apesar de ofertas de aumento a seu salário. A greve foi vencida e Garvey perdeu seu emprego. Como seu nome estava na lista Negra se tornava incapaz de conseguir emprego em uma gráfica particular, mas conseguio um emprego na Imprensa do Governo Office.

Garvey deixou a Jamaica para trabalhar na Costa Rica como um cronometrista em uma plantação de banana por volta de 1910. Ao observar as condições em que seus colegas Negros trabalhavam, Garvey assim tornou-se determinado a mudar a vida de seu povo. Ele deixou a Costa Rica e viajou pela América Central trabalhando e observando as condições de trabalho dos Negros em toda a região.

Ele visitou a Zona do Canal do Panamá e viu as condições em que os Índios do Ocidente viviam e trabalhavam. Ele foi para o Equador, Nicarágua, Honduras, Colômbia e Venezuela. Em todas as partes os Negros estavam enfrentando grandes dificuldades.

Garvey voltou a Jamaica angusiado com a situação na América Central e apelou ao Governo Colonial da Jamaica, para ajudar a melhorar a situação dos trabalhadores e dos Índios Ocidentais na América Central. Seu apelo caiu em surdos ouvidos.

Em 1912 foi para Londres, sempre trabalhando e observando as condições dos Negros em outras partes do Império Británico. Lá, ele aprendeu muito sobre a Cultura Africana e também se interessou pelas condições dos Negros nos Estados Unidos.

A experiência jornalística de Garvey começou com um jornal chamado The Watchman que começou em 1910 quando ainda era empregado na PA Benjamin Limited. Este jornal teve vida curta e foi sucedido por outro, também de expectativa e vida curta, que Garvey publicou durante suas primeiras viagens pela América Central:


La Nacion - Costa Rica; La Prensa - Colon, Panamá e
O Mensageiro Bluefields - Costa Rica.


O mais bem sucedido e importante jornal era o semanal, Mundo Negro, que funcionou de 1918 a 1933, no Harlem. O jornal promovia idéias nacionalistas de Garvey e foi um caminho de expressão para os Negros durante o ano renascimento do Harlem. Secções de francês e espanhol foram incluídas no documento, que em agosto de 1920, reivindicou uma tiragem de 50.000.

Garvey foi também associado com outras publicações: The Daily Negro Times, Harlem, 1922-1924; o Blackman, Kingston, Jamaica, 1929-1931; New Jamaica, Kingston, 1932-1933; A revista Homem Negro (Blackman) que começou em Kingston em 1933 e continuou na Ingleterra até 1939.

Garvey voltou a Jamaica em 1914, agitado e pronto para a ação. Convencido que a
união era a única forma de melhoria para os Negros, Garvey fundou, em 1 de agosto de 1914 a Universal Negro Improvement Association and Conservation (U.N.I.A.) e a Liga de Comunidades Africanas (A.C.L.) African Comunities League. Foi Presidente da Associação. Com o lema "Um Deus! Um Objetivo! Um Destino!", a Associação procurava unir "todas as pessoas de ascendência Africana do mundo em uma grande corpo no Estabelecimento de um país e governos absolutamente próprios".

Entre os objetivos da Associação que ficou conhecida como U.N.I.A. foram:

Promover o orgulho da raça e o amor;
Administrar e ajudar os necessitados;
Regenerar os caídos da Raça;
Estabelecer Universidades, Faculdades e Escolas Secundárias para educação dos meninos e meninas da raça;
Realizar uma mundial relação em todo o mundo comercial e industrial.

A primeira sede da Associação foi localizada em Charles Street Nº30 em Kingston. Mais tarde, a Associação começou a operar a partir da escola de St. Mark´s, West Street, até lojas eram levadas a King Street 76, foram trazidos para casas em Kingston - Liberty Hall. Os escritórios da U.N.I.A. por todo o mundo eram conhecidos como Liberty Hall.

Garvey partiu para os Estados Unidos em 1916, para realizar um circuito de palestras neste país. No entando, ele saiu e residiu alí até 1927, quando foi deportado. Durante este período ele trabalhou assiduamente para construir e consolidar a U.N.I.A. como uma organização verdadeiramante internacional.

Seus esforços foram bem sucedidos, e em 1920, a ostentava mais de 1.100 filiais em mais de 40 países. A maior parte destas filiais estavam localizadas nos Estados Unidos, que se tornou a base de operaçãoes da U.N.I.A.. Houve, no entanto escritórios em vários países do Caribe, Cuba tendo-os mais. Existiram ramas também em lugares como no Panamá, Costa Rica, Equador, Venezuela, Gana, Serra Leõa, Libéria, Namíbia e África do Sul.

Corpos Auxiliares da U.N.I.A.
Para unir mais as pessoas de ascedência Africana e prepara-los para a auto-suficiência e a ação de massas foi necessário, grupos auxiliares que foram formados dentro da U.N.I.A.. A Legião Africana, as Enfermeiras da Cruz Negra, O Universal Corpo Motor, todos grupos uniformizados, que ajudavam a promover a dignidade e a auto estima dos adultos. Os Auxiliares Juvenis que serviam com o mesmo objetivo para a juventude Negra.[

Traduzido e Adaptado por: Jeffrey Gaspar.
Fonte de Pesquisa em :
www.unia-acl.org/info/historic.htm

Bendito Amor sobre um e todos
Que os Rosto de Jah Rastafari se faça brilhar sobre nós seus filhos, assim seremos salvos e redimidos.
Emmanuel I Selassie I Jah Rastafari.

Um comentário:

  1. Agradecer por seu grange papel em promover uma conciência negra para os negros em geral.Ressaltar que, a sua ideologia será extramamente difícil ser esquecida. apesar da dedução que cuspirava que, os EUA nunca seria governado com Negro, para hoje resulta na falcidade, mas ele serviu de Deus ou docente da moralidade organizacional do negro. Ele vai de parabens!

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